Mamy Antenada: Câncer - Preservando a Fertilidade

Câncer - Preservando a Fertilidade

Olá Pessoal!!

Hoje temos post do nosso Colaborador IVI - Reprodução Humana, que trata de um aspecto muito importante e tocante da vida de uma pessoa, o enfrentamento de uma doença - o Câncer - e a vontade de gerar um filho, como preservar essa fertilidade.
Segundo estudos, passar por um Câncer aumenta em 30% o desejo de ter filhos biológicos e ter um projeto de vida ajuda a ver a doença como algo transitório.

Imagem Google

“Além de receber o diagnóstico de câncer, quem passa por esta doença deve enfrentar outra situação complicada: após o tratamento de quimioterapia/radioterapia a capacidade de ter filhos pode ser comprometida” - comenta Dra. Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora do IVI São Paulo. “A primeira preocupação é superar a enfermidade, porém com o aumento das expectativas de cura do câncer, também é importante estar informado sobre os efeitos colaterais do tratamento. Pensando nisso o IVI dispõe de um Programa de Preservação da Fertilidade, para que quando os pacientes superem o câncer, tenham a possibilidade de terem filhos com seus próprios gametas (óvulos ou espermatozoides)” – conclui a diretora. 

Principalmente para jovens entre 25-35 anos, a primeira decisão a tomar antes de iniciar o tratamento contra o câncer é congelar seus gametas (óvulos ou espermatozoides) para preservar a possibilidade de ter filhos no futuro. Esta decisão deve ser tomada sempre com a orientação do oncologista. Preservar a fertilidade também tem sido confirmado como algo positivo para o equilíbrio emocional dos pacientes, porque eles passam a ver a doença como algo temporário, gerando sentimentos de esperanças e planos futuros.

Estudos¹ publicados na revista da Sociedade Americana de Medicina reprodutiva (ASRM), indicam que a experiência de câncer aumenta em 30% o desejo de ter filhos. Também foi revelado por um estudo² do serviço de oncologia do Hospital Clínico e Universitário de Valencia a pacientes de câncer de mama, que conservar o potencial reprodutivo melhora a qualidade de vida durante e após a enfermidade, pois visualizar o futuro motiva e produz tranquilidade.

“O processo de preservação da fertilidade é bastante simples no caso do homem, basta coletar e vitrificar uma amostra de sêmen em laboratório, por outro lado a mulher precisará de mais tempo, pois o método mais utilizado de preservação de fertilidade feminina requer um período de estimulação ovariana que dura em torno de 12 dias.” – explica Dra. Genevieve Coelho, especialista em reprodução humana e diretora do IVI Salvador.

Interessados em preservar fertilidade por razões oncológicas têm prioridade no IVI, que oferece um programa de acesso à preservação em condições facilitadas. Interessados podem entrar em contato com IVI São Paulo através do telefone (11) 3266 7733 ou IVI Salvador (71) 3014 9999. 

O que é fundamental saber sobre o tratamento de câncer e a infertilidade? 

Nem todos perderão a capacidade reprodutiva, mas o fato da menstruação não desaparecer não é sinônimo de fertilidade. Embora se recupere a função ovariana, a qualidade ovocitária pode estar abaixo do ideal. 

O número de folículos primordiais que sobrevivem após a exposição à quimioterapia depende de fatores como a idade, o tipo de câncer, o agente utilizado (quimio ou radioterapia), a dose e o número de ciclos. 

No homem, estes tratamentos danificam as células precursoras dos espermatozoides nos testículos, além de causar alterações nos mecanismos intratesticulares de espermatogênese e frequentemente resultam em infertilidade temporária ou esterilidade permanente. 

Fontes:
¹ - C. Sáez-Mansilla, R. Costa-Ferrer, L. Carmona-Saborido, T. Sáez, A. Pellicer, M. Sánchez. Infertility and cancer in young women. Psychological features. ASRM. 2009; p. 344.
² - Begoña Bermejo, Vicenta Almonacid y Ana Lluch. Aproximación clínica de la toma de decisiones sobre fertilidad en pacientes de cáncer de mama. Psicooncología. Vol. 7, Núm. 2-3, 2010, pp. 287-297

Sobre o IVI
Com sede em Valência, na Espanha, o instituto iniciou suas atividades em 1990. Possui 23 clínicas, em 7 países e é líder europeu em medicina reprodutiva.
Desde 2010 está no Brasil, em Salvador, e desde 2012 em São Paulo. Em ambas as ocasiões, através de parcerias com especialistas já consagradas no país (respectivamente Dra. Genevieve Coelho e Dra. Silvana Chedid). Com a chegada do IVI ao país, chegam também novas técnicas para o tratamento da infertilidade no Brasil, como a vitrificação de óvulos, o diagnóstico genético pré-implantacional e a embrioscopia.


Mais informações
IVI: Salvador (71) 3014-9999; São Paulo (11) 3266 7733
Sirlene Zamboni Cervera: 11 9418 9484
sirlene.cervera@ivi.es


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