Mamy Antenada: Adoção - Entrevista para a Revista Crescer

Adoção - Entrevista para a Revista Crescer

Olá Pessoal!!
Hoje gostaria de compartilhar com vocês a entrevista que dei para a Revista Crescer, na semana Nacional da Adoção. Fiquei muito feliz quando me ligaram, e pude falar um pouquinho desse meu estado de Graça, essa Gestação tão esperada e amada.

“Desde que eu e meu marido, que tem 41 anos, começamos a namorar, pensávamos em adotar. Sempre foi uma vontade dos dois. Mas queríamos também um filho biológico. Nós fizemos diversas tentativas, mas a gestação nunca chegou ao fim. Chegou a um ponto que estava no meu limite físico e emocional e decidimos parar. Foi então que tive a certeza que não era preciso engravidar para ser mãe.
Já faz três anos que eu entreguei os documentos necessários para conseguir a habilitação para adotar, em 21 de março de 2012. A partir daí passamos por: curso para futuros pais adotantes, entrevista com a assistente social, visita à nossa casa, sentença judicial, inclusão no Cadastro Nacional da Adoção, intimação... A habilitação em si só saiu em 28 de novembro de 2014. Demorou bastante tempo. Agora estamos na fila de espera.
A gestação do coração não tem prazo, mas também tem suas dificuldades, como haveria em uma gestação biológica. A maior frustração desse momento é a demora e a ansiedade. Toda família está envolvida com aquilo, mas não existe prazo. Não dá para fazer quase nada com antecedência, nem enxoval.
Você não sabe se será menina ou menino e no nosso caso nem quantos serão. Nós indicamos que gostaríamos de adotar irmãos de até 5 anos. É preciso ter uma rede de apoio pronta para quando as crianças chegarem. Mesmo assim, essa espera é um momento maravilhoso de felicidade, de plenitude, como qualquer gestação. É uma oportunidade única para autoconhecimento e amadurecimento do casal.
Estamos torcendo para que sejam dois irmãos. Seria muita felicidade depois de tanto tempo de espera. Mas se vier um só, entraremos na fila de adoção de novo.”
Priscilla Aitelli, bióloga, 36 anos

Fazer com que essa gestação seja reconhecida, vivida plenamente, apesar da demora, preconceitos e burocracia, é muito importante! Juntos somos mais fortes, e podemos romper barreira, introduzindo a nova cultura da Adoção!
Bj Bj 

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