Mamy Antenada: Reprodução Humana - Avaliação da Fertilidade #Meetup

Reprodução Humana - Avaliação da Fertilidade #Meetup

Olá Pessoal!!

Há um tempo atras fui convidada pela Sirlene, da IVI Reprodução Humana, para um Brunch oferecidos por eles, para uma conversa sobre os cuidados de hoje para uma gravidez futura, a incorporação de novas rotinas de cuidados periódicos da mulher a partir dos 30 anos de idade.
Infelizmente não pude comparecer, mas com muito carinho a Sirlene e o IVI compartilharam comigo, consequentemente com vocês porque não posso deixar de compartilhar com vocês né gente... o resultado dessa conversa! 
  

A mulher hoje em dia tem pouco a ver com a maioria das mulheres das gerações passadas. Dos 30 aos 40 anos estão em sua plenitude física e intelectual. Atualmente essa fase costuma ser chave para alcançar os momentos mais importantes da vida pessoal e profissional... A sensação é que a saúde e resistência são totais, no entanto, o sistema reprodutivo ainda não se adaptou ao ritmo da mulher moderna, pois as chances de gravidez espontânea aos 40 são no máximo 10%, razão pela qual é preciso adotar alguns cuidados especiais relacionados à saúde.

Convidamos você para ser porta-voz de uma precaução que a mulher moderna deve ter; que é manter o controle de sua saúde reprodutiva. Fazer uma revisão periódica da fertilidade com seu ginecologista, como será explicado a seguir, pode identificar possíveis riscos de enfrentar dificuldades de engravidar no futuro e solucionar problemas antes que os mesmos provoquem a infertilidade.
(Dra. Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora IVI São Paulo. CRM57672)

Nascemos com os óvulos da vida inteira:
Dentro do ventre materno, ainda feto, a menina conclui a produção do seu “estoque” de óvulos, conhecido como reserva ovariana. A quantia de aproximadamente um milhão de óvulos existentes quando bebê, no momento da adolescência já foi reduzida a 300 mil e no mesmo ritmo vai diminuindo até a mulher chegar em torno dos 35 anos, quando a perda de quantidade e qualidade ovocitária adota um ritmo mais acelerado, diminuindo as chances de gravidez e aumentando o risco de doenças genéticas de seus descendentes gradativamente.


Durante a etapa reprodutiva da mulher, ela conta com tão somente cerca de 400 óvulos liberados pelo ovário durante a ovulação, pois a grande maioria da reserva ovariana não chega ao estágio de óvulo maduro que pode ser fecundado.

Infertilidade, qual é o risco?
A infertilidade, segundo estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMC), atinge aproximadamente 15% da população em idade reprodutiva, em termos de casal, 1 de cada 6 tem dificuldades de realizar o desejo de ter filhos. A porcentagem se eleva com o aumento da idade da mulher.

Gravidez tardia, qual é o risco?

Idade Chances de Gravidez Risco de Abortamento Risco de Alteração Cromossômica
- 30
25%
14%
1/380
+35
15%
19%
1/212
40
10%
40%
1/66
45
Menos de 8%
Até 60%
1/21

Fonte: American Society for Reproductive Medicine 

O ginecologista pode avaliar a fertilidade?
Sim. Ainda que avaliar o potencial reprodutivo de uma mulher com total eficácia continua sendo um desafio e depende muito da experiência do ginecologista, os recursos existentes oferecem parâmetros para identificar casos onde é necessário estar alerta e direcionar a paciente a um especialista em reprodução humana.
Existem muitos testes para a avaliação da fertilidade, ou seja, do potencial reprodutivo da mulher e normalmente é preciso fazer uma combinação de testes para obter um bom resultado na avaliação. Atualmente o teste mais moderno e que melhor prognostica a infertilidade é o Hormônio Antimülleriano, contudo outros testes como o FSH e ultrassonografias continuam sendo métodos utilizados com frequência.

O que pode afetar a fertilidade feminina?
- Clamídia – Doença sexualmente transmissível assintomática em 75% dos casos. Principal causa evitável de perda de fertilidade.
- Endometriose – Conhecida como doença da mulher moderna cujo diagnóstico pode levar anos. Afeta cerca de 6 milhões de brasileiras.
- Síndrome dos ovários policísticos – Transtorno endócrino responsável por 30% dos casos de infertilidade feminina.
- Tratamento contra o câncer – A quimioterapia e radioterapia são tratamentos tóxicos e comprometem a fertilidade feminina e masculina em 80% dos casos.
- IMC – A obesidade e também estar abaixo do peso ideal são fatores que podem dificultar a gravidez. Sabe-se que de 30 a 40% das mulheres obesas têm dificuldade de engravidar. 
Acima citamos algumas das principais causas, no entanto existem muitas possíveis causas. Entre elas, fumar, consumir bebidas alcoólicas e a tendência familiar também podem antecipar o fim da capacidade reprodutiva.

Engravidar ou guardar óvulos para o futuro?
Ao fazer uma avaliação da fertilidade é possível contar com um prognóstico personalizado que ajudará a tomar a decisão sobre engravidar, esperar um pouco mais, ou preservar a fertilidade para contar com melhores possibilidades de engravidar no futuro, algo recomendável caso os planos de gravidez vão ficar para depois dos 40.
A medicina reprodutiva tem avançado muito, portanto há opções para superar a infertilidade, mas o ideal é não precisar delas. As técnicas de reprodução humana assistida na maioria das vezes dão resultados positivos. Porém, caso a reserva ovariana esteja comprometida, para engravidar, será necessário recorrer a um tratamento de Fertilização in Vitro com óvulos doados. Em casos como esse, para evitar utilizar óvulos de doadoras, a única possibilidade seria ter congelado seus próprios gametas antes da perda da fertilidade.

Como é feito o congelamento de óvulos?



O nome correto do congelamento de óvulos é vitrificação. Consiste em um processo de congelamento rápido através de nitrogênio líquido para manter os gametas femininos preservados a uma temperatura de 196° negativos. Esta técnica revolucionou a medicina reprodutiva e desde que a vitrificação de óvulos foi adotada nas clínicas do grupo IVI, em 2007, demostrou-se eficiente. Hoje está comprovado através de estudos acumulados de 5 anos de uso, que a eficácia de tratamentos de reprodução humana com óvulos vitrificados e frescos é a mesma e, que os bebês nascidos são tão normais quanto os concebidos por gravidez espontânea.

Identificar os riscos de alterações genéticas
Através do diagnóstico genético pré-implantacional é possível identificar riscos de alterações genéticas antes de engravidar. No entanto é preciso que o embrião seja fertilizado em laboratório. Quando há dúvidas, aconselhamos consultar um geneticista que através de outros exames vai avaliar o risco e recomendar ou não a realização do diagnóstico genético no embrião. Essa técnica identifica os embriões com alterações genéticas que podem desenvolver doenças graves, permitindo que sejam selecionados aqueles livres de alterações cromossômicas.




Esse foi mais um texto da nosso parceiro IVI Reprodução Humana. 
Bj Bj

Sobre o IVI
Com sede em Valência, na Espanha, o instituto iniciou suas atividades em 1990. Possui 23 clínicas, em 7 países e é líder europeu em medicina reprodutiva.
Desde 2010 está no Brasil, em Salvador, e desde 2012 em São Paulo. Em ambas as ocasiões, através de parcerias com especialistas já consagradas no país (respectivamente Dra. Genevieve Coelho e Dra. Silvana Chedid). Com a chegada do IVI ao país, chegam também novas técnicas para o tratamento da infertilidade no Brasil, como a vitrificação de óvulos, o diagnóstico genético pré-implantacional e a embrioscopia.


Mais informações
IVI: Salvador (71) 3014-9999; São Paulo (11) 3266 7733
Sirlene Zamboni Cervera: 11 9418 9484
sirlene.cervera@ivi.es

*Esse texto não é um publieditorial. É apenas um texto de parceiros que acompanho e gosto* 




Nenhum comentário:

Postar um comentário