Mamy Antenada: O Boletim chegou Vermelho?!

O Boletim chegou Vermelho?!



Olá Mamys... Papys... Família...


Lembro-me muito bem do árduo caminho que percorri durante a minha fase escolar, nunca fui a aluna nota 10, e nem a 0, na maioria das vezes estava naquela linha da média, que na "minha época" era o 7.
Claro claro, alguns deslizes aconteciam e eu caía para a Zona Vermelha.
Aaafff, e era muito angustiante o tal dia em que os pais iam para a reunião bimestral de Pais e Professores, claro que para mim né gente, ficava em casa rezando, para que o Azul ganhasse a guerra! 
Eu era muito diferente da minha irmã nas questões escolares, enquanto ela se saía muito bem sozinha (aprendia rápido, se concentrava e assim ia muito bem obrigada) eu precisava de um acompanhamento especifico, com a minha mãe junto comigo acompanhando as tarefas, professor particular, ou meu primo mais velho que se dispunha a me ensinar matemática.
Hoje em dia poderiam até me diagnosticar com alguma patologia, déficit de atenção, ou coisa parecida, não sei... 
Só sei que foi superado, com o trabalho árduo dos meus pais e professores, primeiramente em perceber que eu precisava de ajuda e posteriormente trabalhando comigo as dificuldades. A isso chamo de trabalho em equipe, uma equipe que deveria funcionar nos dias de hoje: Pais, Escola, Professores e Alunos.
Aos pais que estão passando alguma dificuldade com o aprendizado dos filhos, digo a vocês: É uma fase, passa... mas só passará se vocês estiverem presentes, atentos, ajudando!
A minha passou... chegou uma época que eu não precisei mais da ajuda dos meus pais para organizar meus horarios de estudos, para estudar certos conteúdos... foram alguns poucos anos que peguei recuperação, outros que passei direto raspando, e outros que passei direto com 3 estrelinhas... passei no vestibular para o Curso que eu sonhava em fazer e nem peguei recuperação durante a Facul (aaaafff, oremos!)...

Pais sejam presentes na vida de seus filhotes, sei que seu trabalho é cansativo, mas reserve um tempinho para vivenciar o estudo do seu filho... Não apenas para perguntar: "Como foi a escola hoje".

Fonte: Google


Aqui separei para vocês algumas dicas de especialistas de como Não reagir ao Boletim Vermelho do filhote, De como entender e ajudar caso isso tenha acontecido e Como a interação Pais e Professores podem ajudar no desenvolvimento escolar das crianças!

Como não Reagir ao Boletim Vermelho do Filhote:


1. Reagir com agressão física ou verbal é o erro mais grave. Em vez de estimular a criança a estudar, você acaba deixando-a com medo ou raiva. 


2. Comparar o desempenho da criança com os colegas dela ou com seu desempenho escolar de anos atrás. "É importante que o filho sinta que os pais têm confiança nele, mesmo nos momentos de crise. Isso pode ser motivador para reverter a situação", indica Marta Campos, da Escola Viva. 

3. Usar termos que diminuam a criança ou que mostrem que ela é incapaz de reverter a situação. "Dizer 'eu avisei' também não é indicado, assim como ter sermões prontos. É importante agir com a razão e não com a emoção", diz Edson D'Addil, orientador educacional do Colégio Vértice, em São Paulo. 

4. Negociar com a criança, oferecendo benefícios materiais, caso ela melhore suas notas. Pior ainda é prometer coisas que ela sabe que você não conseguirá cumprir. 

5. Exigir além da possibilidade de rendimento da criança para a idade dela. 

6. Desautorizar a escola e falar mal dos professores para a criança. 

7. Aceitar justificativas que retirem a responsabilidade dela sobre o resultado. 

8. Fazer drama ou chantagem emocional com a criança. 

9. Não impor uma rotina de estudos para a criança ou não cobrá-la para cumprir essa rotina. 

10. Apenas colocar a criança de castigo, sem nem ouvir o que ela tem para falar.

As formas de Ajudar caso as Notas estejam Vermelhas:


1. Converse e tente entender a situação, sem gritos ou discussões. "Mostre para a criança que esses resultados não são definitivos muito menos indicativos de incapacidade", aconselha Vera Malato, coordenadora de departamento de orientação educacional do colégio Bandeirantes, de São Paulo. 

2. Avalie se a rotina de estudos está adequada e se o local é calmo e silencioso. E, quando seu filho prometer estudar mais, questione-o sobre o que é estudar para ele. "Coloque essa rotina em discussão. Fale para ele que não adianta apenas fazer a lição de casa para não tomar bronca do professor. É preciso fazer a tarefa com o objetivo de aprender e tirar as dúvidas", conta Edson D'Addil, orientador educacional do Colégio Vértice, em São Paulo. 

3. Procure a escola e converse com o orientador educacional antes de tomar a justificativa da criança como única existente. A partir daí, você conseguirá identificar se é uma dificuldade específica de uma matéria ou se é problema comportamental. 

4. Veja se a saúde da criança está normal. Problemas de visão, audição ou dificuldades em se concentrar podem refletir nas notas. 

5. Verifique a integração social da criança nos grupos. Veja se é tímida, se tem amigos. "Às vezes, para serem aceitas nos grupos, as crianças tornam-se bagunceiras e suas notas caem", diz Magali Maldonado, coordenadora do colégio Objetivo. 

6. Envolva-se no estudo dele e demonstre interesse pela vida escolar. Diariamente, peça para ver as tarefas e as anotações feitas em sala. Ah, também é importante não deixar seu filho faltar à aula por qualquer motivo, por mais que ele insista. 

7. Estabeleça metas de superação, ou seja, conte para seu filho o que espera dele no fim do ano letivo e diga que vai ajudá-lo a alcançá-las. Porém, respeite o tempo dele: aos 8 anos, ele deve saber ler e escrever; aos 10, já é hora de somar, subtrair, multiplicar e dividir; aos 14, deve resolver equação de 1º grau e saber interpretar textos. 

8. Estabeleça também consequências, caso veja que ele não está comprometido. "Agora, se ele se esforça e não consegue, procure apoio na escola ou em aulas particulares", sugere Esther Carvalho, diretora do colégio Rio Branco, em São Paulo. Vale descobrir se a escola oferece aulas extras. 

9. Explique alguns conceitos que parecem ser básicos, mas que nem sempre as crianças se dão conta, como que é normal - e aceitável - ele tirar dúvidas após as aulas com o professor. 

10. Avalie a possibilidade de ele estar sobrecarregado, com muitas atividades diárias.


Como Pais e Professores podem ajudar:

1. Compreenda a situação: Entenda a dificuldade vivenciada pela criança e explique que os resultados ilustrados no boletim não são indicativos de incapacidade. Deixe claro que servem, justamente, para pontuar no que o aluno tem mais facilidade ou dificuldade.
2. Oriente a rotina de estudos: De acordo com os especialistas em educação, o que se aprende na escola, fixa-se em casa. Portanto, professor, aproveite seus encontros com os papais para orientar a adequação de um local apropriado para o estudo e, principalmente, o acompanhamento das tarefas.
Apenas ordenar a realização da tarefa não é eficaz (todos sabemos disso), portanto, aconselhe-os a fiscalizar o andamento das atividades e assim, como consequência descobrir quais são os assuntos de mais facilidade ou dificuldade.
3. Crie um relacionamento com os pais: Caso o desenvolvimento da criança esteja sendo prejudicado, não tenha receio de entrar em contato com o papai ou a mamãe e informa-los sobre o que se passa em sala de aula, assim que perceber que a situação merece atenção redobrada. A partir daí, juntos, serão capazes de identificar se é uma dificuldade específica com determinada matéria ou se o é problema comportamental.
4. Estabeleça metas de superação: Demonstrar as áreas que merecem mais dedicação é sua responsabilidade, orientador. No entanto, entenda que após a “bomba” vermelha o comportamento de desânimo e desmotivação dos alunos é normal.
Então, neste momento é preciso apertão o botão da motivação e seguir em frente na intenção de fazê-los compreender que os resultados dependem unicamente de cada um, ou seja, quem se esforçar, prestar atenção nas explicações, brincar e conversar no momento adequado e não esquecer das lições de casa estará no caminho correto para receber um boletim lindo e bem colorido de azul.
5. Incentiva o esclarecimento de dúvidas: Pode parecer pequeno, mas não é! Mesmo tendo assuntos extremamente delicados e longos a serem abordados nunca esqueça de destinar um momento especial da sua aula para o esclarecimento de dúvidas. Caso perceba certa timidez no perfil dos estudantes, pergunte 1,2 ou até mais vezes. Neste quesito mais vale pagar pelo exagero do que pela escassez.

Bj Bj


Fonte: educar para crescer
educar para crescer
equipe cequipel

2 comentários:

  1. Adorei as dicas.
    São situações como essa que temos que saber agir da melhor maneira possível para que nossos pequenos possam render mais na escola.
    Bjks
    www.maevaidosa.com

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    1. Isso mesmo Andreia!!
      Estando definitivamente presentes na vida dos filhotes!!
      Bj Bj
      Pri Aitelli

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