Mamy Antenada: Sua Criança enxerga bem?!

Sua Criança enxerga bem?!

Olá Mamys!

O ano de 2014 começou... e a correria também!
Mas mesmo com essa correria do dia a dia temos que nos atentar a saúde de nossos filhos, e as férias são uma ótima oportunidade para fazer o check-up dos pequenos, e o check-up no oftalmologista também deve estar na sua lista! 

Imagem Google

                                                    
"Cuidado previne agravamento e transtornos de aprendizagem 
Crianças que se aproximam muito do aparelho para assistir à televisão ou ler, coçam os olhos que estão constantemente vermelhos, piscam muito e chegam até a ter o rendimento na escola comprometido podem sofrer de algum erro de refração visual. O período de férias, além de oferecer mais tempo para pais e filhos ficarem juntos, o que possibilita observar com mais atenção esses sinais de alerta, representam, também, um tempinho extra para os cuidados com a saúde.
A Sociedade Brasileira de Cirurgia Refrativa (SBCR) alerta que 20% das crianças em idade escolar apresentam alguma perturbação oftalmológica; 10% necessitam de óculos e 5% têm menos de 50% da visão normal sem correção.
De acordo com Marcella Salomão, diretora da SBCR, o desenvolvimento do sistema visual no cérebro se dá até os sete anos de idade, período em que a criança aprende a fixar o olhar, a movimentar os olhos de maneira conjunta e a perceber a função visual. “Qualquer alteração que não seja corrigida durante essa fase, como um erro de refração ou outras condições como catarata congênita e estrabismo, pode acarretar em prejuízos na visão para o resto da vida”, alerta a oftalmologista.
Essa perda parcial ou total da capacidade visual de um olho íntegro e sem lesões é chamada de ambliopia. Popularmente conhecida como “olho preguiçoso”, esta condição, explica Marcella, ocorre quando o desenvolvimento natural das vias ópticas durante a infância é impedido por alguma condição que previna a formação da imagem na retina e a transmissão deste sinal para a área responsável pela visão no sistema nervoso central. 

Avaliação deve começar cedo
O desenvolvimento motor da criança durante o seu primeiro ano de vida é diretamente relacionado à sua capacidade visual. E, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), admite-se que 85% do aprendizado se dá através da visão. Os defeitos não corrigidos, portanto, contribuem para um déficit do aproveitamento escolar e social. “O que muitas vezes parece ser um atraso no desenvolvimento ou até mesmo falta de interesse, pode, na verdade, ser deficiência visual, que é facilmente diagnosticada e tratada, na maioria das vezes”, afirma a diretora da Sociedade Brasileira de Cirurgia Refrativa.

Primeira avaliação
Marcella Salomão ressalta que a primeira avaliação oftalmológica deve ser feita ainda na maternidade ou nos primeiros dias de vida, quando se deve realizar o teste do olhinho ou pesquisa do reflexo vermelho. “Este exame é muito importante para o diagnóstico do que chamamos de leucocoria, um reflexo branco na pupila que é sinal de alteração no cristalino; de retinoblastoma, um tumor na retina; ou de um comprometimento na retina que é comum nos bebês prematuros”, explica.
Aos três meses, a criança atravessa um período crítico de acordo com a oftalmologista. Nessa idade deve ser feita uma nova avaliação oftalmológica para assegurar que o globo ocular está íntegro, que não existe opacidade na córnea ou no cristalino, nem alteração na retina. Além disso, é realizado, ainda, o teste do reflexo para analisar o alinhamento dos globos oculares e pesquisar estrabismo. Depois disso, a recomendação é retornar para consultas anualmente, já que os resultados se tornam mais refinados e é possível diagnosticar mudanças de grau e prescrever suas devidas correções.

Condições mais diagnosticadas
Segundo a diretora da SBCR, nos primeiros seis anos de vida, a hipermetropia, quando a visão é pior de perto e melhor de longe, é mais frequente e o grau costuma aumentar até os doze anos. Depois, de acordo com ela, se estabiliza e tende a diminuir no adulto jovem. “Consideramos normal até três graus de hipermetropia na infância se o estrabismo não estiver associado. Se estiver, os óculos representam uma das opções de tratamento, principalmente se os olhos lacrimejam quando vê televisão, queixa-se de dor de cabeça, ou anda desatenta”, afirma a oftalmologista. Na miopia, acontece o contrário: a imagem se forma antes da retina, resultando em dificuldade para ver de longe. A prescrição de óculos também vai depender do grau encontrado.
O estrabismo, quando há perda do paralelismo entre os olhos, o que faz a pessoa ficar “vesga”, é outra condição comum. “Indicamos um tampão no olho que enxerga bem para obrigar o outro a se desenvolver. Quanto mais precoce for feito o diagnóstico e o tratamento, mais rápida será a recuperação”, explica Marcella.
Já a catarata congênita e o retinoblastoma podem ser encontrados logo no exame do olhinho e geralmente são tratados com cirurgia." 


Por experiência pessoal, posso dizer que tive hipermetropia quando criança, o que explicava meu deficit de atenção escolar; meus pais (bons observadores) me levaram ao medico que diagnosticou a hipermetropia; usei óculos numa idade que poucos gostam de usar, confesso que achava um saco! Fiz muitas atividades para o fortalecimento da musculatura ocular. Lembro dos cartazinhos (com desenhos nos 2 lados) que tinha que colocar no nariz e juntar os desenhos na visão...
Aos poucos a necessidade de usar óculos foi diminuindo, e hoje, de acordo com a minha oftalmologista, tenho uma visão muito boa, e a necessidade de óculos (segundo as previsões) será beeeeem mais pra frente (depois dos 40 anos, faltam 5 anos! hehe). 
Então vale ficar atento!

Bj Bj



Texto enviado por:
Rômulo Quadra
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